Que impacto tem a Pegada Ecológica de Portugal?

A PEGADA ECOLÓGICA É USADA PARA MEDIR O IMPACTO NEGATIVO DA ATIVIDADE HUMANA NA TERRA, MAS NUMA ECONOMIA VERDE SERÁ PRECISO MEDIR O IMPACTO POSITIVO DE CADA PAÍS, E CRIAR AS REGRAS A PARTIR DO POSITIVO, INCENTIVANDO A PRÁTICA DE AÇÕES QUE CONTRIBUAM PARA O DESENVOLVIMENTO DOS ECOSSISTEMAS DE FORMA SUSTENTÁVEL, E NÃO LIMITANDO APENAS AS PRÁTICAS NEGATIVAS.

O ano de 1970 foi um marco na história da Terra. Pela primeira vez, as necessidades humanas em recursos naturais superaram a capacidade dos ecossistemas para os repor.

Como temos apenas um planeta, caminhamos para um futuro de escassez em recursos naturais, destinados a uma população de 7,2 mil milhões de pessoas, que continua a crescer e a querer atingir
níveis de bem-estar dos países mais desenvolvidos.

Mas este cenário negro não é uma fatalidade, há alternativas. Para as organizações ambientalistas, tudo passa por uma mudança profunda no modelo de desenvolvimento e na forma como os recursos naturais podem ser geridos à escala global. O que implica uma transformação dos valores e comportamentos da população e do modo de agir dos decisores políticos e económicos.

Ângela Morgado, coordenadora em Portugal da organização ambientalista WWF (Fundo Mundial
para a Natureza) diz, “não pode haver complacência nenhuma com a situação atual, porque o declínio
da biodiversidade está a atingir níveis alarmantes”

 

Para conseguirmos gerir o uso do Sistema Terrestre de forma sustentável, temos de incluir também os impactos positivos dos ecossistemas, florestas ou áreas marinhas.” E para termos uma Economia Verde “devemos contabilizar os impactos negativos e positivos e passar de uma economia de consumo para uma economia de produção de recursos naturais”.

Revista Expresso by VIRGÍLIO AZEVEDO

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